sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Engoli o choro. As lágrimas insistiram em permanecer agrupadas em meus olhos, mas não caíram. Quem sabe por puro egocentrismo mesmo, mas fiz força para deixa-las lá, em torno do meu globo ocular, sem que se tornassem uma cachoeira salina. E no final turvaram-se; e na manhã seguinte era remela; era viscoso; era a única punição que ousei cometer. O interno é outra conversa. Por dentro eu não sinto mais dessas coisas. Já desgosto; já afasto; já vejo como veneno: DANGER!

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